Canal Exclusive
Revista Online

Honda CBR 1000RR Fireblade 2018: regime acelerado

por Redação | publicado em quinta, 15 de março de 2018


Comemorando 25 anos, a Fireblade foi totalmente reformada, ganhando mais potência e muita eletrônica, além de um regime que reduziu bastante o peso

A superesportiva CBR 1000RR Fireblade (Lâmina de Fogo), lançada em 1992, completou bodas de prata e está retornando ao Brasil, importada oficialmente do Japão. São duas versões: a Fireblade SP, com requintes de acabamento e grafismo, tanque de combustível e escape em titânio, além de sistema quickshifter que permite cambiar sem embreagem, suspensão Ohlins semiativa com seis níveis de ajuste, freios Brembo e preço sugerido de R$ 79.990; a versão de “entrada” ABS chega por R$ 69.990. O novo modelo finalmente ganhou um “pacotaço” eletrônico, que insistia em não adotar, além de perder nada menos do que 15kg e ganhar mais 11cv em relação à versão anterior.

A meta de perder peso foi aos mínimos detalhes. Os comprimentos dos parafusos, tubulações e braçadeiras foram reduzidos; as rodas em liga leve passaram de seis para cinco raios; o quadro com dupla trave e sub-quadro em alumínio tem chapas com menor espessura, economizando 1.100g; a tampa do motor é em magnésio; o radiador é menor e até a espessura da carenagem foi minimizada. O resultado é uma 1000 com apenas 196kg (195kg na versão SP), já abastecida, e ótima relação peso e potência.

O motor, com quatro cilindros em linha e acelerador eletrônico, desenvolve 192cv a 13 mil rpm e um torque de 11,8Kgfm a 11 mil rpm.

Eletrônica

Agora o piloto tem à disposição os modos de pilotagem Street (Rua), Winding (Curvas) e Track (Pista), que liberam toda a potência com menor interferência do controle de tração e ABS. Existem ainda dois modos totalmente personalizáveis ao gosto do freguês, quando é possível ajustar em cinco níveis a entrega de potência do motor; em até nove, a seleção de torque; e em três, o freio-motor. A regulagem pode ser gravada para futuras utilizações. Tudo mostrado em painel digital colorido de alta definição, que também pode ser personalizado para cada modo de pilotagem escolhido. Um verdadeiro computador ambulante.

Tudo é gerenciado pela unidade de medição inercial que processa parâmetros de inclinação longitudinal e lateral, aceleração, velocidade, rotações, marcha engatada e pressão das frenagens. Na hora de acelerar, o encaixe “ortopédico” do piloto é típico das superesportivas, e o motor ganha fôlego em giros mais altos, exigindo mais do câmbio. Porém, as reduzidas dimensões e peso permitem uma tocada agressiva sem tanto contorcionismo. A eletrônica também funciona como anjo da guarda, preservando os batimentos cardíacos na hora da adrenalina, junto com freios Tokico e suspensões Showa ajustáveis (no modelo ABS), invertida na dianteira e mono na traseira.

Principias características

  • Com menor peso e maior potência, a pilotagem ficou mais fácil.
  • A eletrônica gerencia os sistemas de freio e de entrega de potência.
  • O regime elevou a relação peso e potência, e o visual ficou mais agressivo.
  • O motor com quatro cilindros em linha gera 192cv.
  • O painel em tela digital pode ser configurado conforme o modo de pilotagem.

Comentários

Mais lidas

Card image cap
Por que fazemos o que fazemos?

Ler matéria
Card image cap
Projeto Cidade do gás

Ler matéria
Card image cap
1ª corrida contra o câncer beneficia ONG que doa perucas para pacientes oncológicos

Ler matéria
Card image cap
Rede internacional de sorvetes Cold Stone Creamery inaugura loja em BH

Ler matéria
Card image cap
Uma goleada do Vila da Copa

Ler matéria