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GENTILEZA, palavra que tem unido arte, sustentabilidade e urbanismo em BH

por Redação | publicado em quarta, 03 de outubro de 2018


Belo Horizonte tem sido palco de diversas intervenções urbanas que têm conectado arte e sustentabilidade, além de valorizar a cidade e os cidadãos. Varandas urbanas, árvore-escultura, hortas comunitárias e telas urbanas são alguns dos exemplos destas iniciativas.

Atualmente há na capital mineira cerca de 54 varandas urbanas implantadas e 17 aprovadas, aguardando implantação. As mini-praças, como também são conhecidas, têm permitido à comunidade um espaço de descanso, lazer e convívio em meio a correria do dia a dia.

Árvore-escultura. Créditos: Rodrigo Câmara.

Como gentileza gera gentileza, como diz o ditado popular, a primeira árvore-escultura de Belo Horizonte nasce com a missão de proteger mudas plantadas nas calçadas da cidade e com o objetivo de trazer uma plasticidade estética que beneficia a cidade e sua população. Confeccionada em formato de árvore feita pela empresa Accero em parceria com a ArcelorMittal e criada com barras de vergalhão em volta do tronco já existente a árvore de aço, além de ajudar as novas plantas contra vandalismos, permite intervenções artísticas ao longo do ano.

Obra do grafiteiro Gud homenageia Jim Morrison, da banda The Doors (foto: 7 Meio Filmes/Divulgação)

Já o projeto “Telas Urbanas” abrange ações de arte e gentileza com a cidade e com os belorizontinos. Trata-se de murais artísticos presentes em diferentes espaços urbanos, como ruas, viadutos, metrô, escolas, praças, prédios e tantos outros. Por meio, da diversidade técnica e de linguagens este projeto requalifica e transforma áreas urbanas em BH.

(foto: Flickr/PBH/Adão de Souza/Reprodução)

Outro destaque para a gentileza urbana é a transformação da Praça da Liberdade em uma galeria de arte a céu aberto. Os tapumes que cercam a praça, que está em reforma, viraram telas para artistas do grafite e muralismo. As telas ficarão expostas para população da capital mineira até a conclusão da reforma, prevista para o final deste ano.

Hortelões da Lagoinha - foto de divulgação

Em Belo Horizonte pode-se encontrar gentileza urbana também nas hortas comunitárias. A exemplo disso, têm-se o coletivo “Hortelões da Lagoinha” que desenvolve um espaço educativo, de ocupação criativa, através da prática da agroecologia no cultivo de hortas urbanas.

Além do comprometimento com o meio ambiente, essas intervenções trazem mais beleza à capital mineira, beneficiando a prosperidade e convívio da população belorizontina, permitindo assim, que a população se aproprie melhor dos espaços públicos.


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