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Reconstrução da mama: como funciona?

por Redação | publicado em quinta, 25 de outubro de 2018


Câncer de mama é o segundo mais frequente em mulheres, atrás apenas do câncer de pele

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a estimativa é que 2018 encerre com 59.700 novos casos de câncer de mama no Brasil. O mesmo número é esperado para 2019. Trata-se do segundo tipo de câncer mais frequente em mulheres, atrás apenas do câncer de pele. Para muitas mulheres, tratar o câncer envolve também a retirada da mama. “A mastectomia (cirurgia de retirada da mama) é feita em alguns casos para a retirada do tumor. É um procedimento que, geralmente, abala o psicológico feminino”, explica o cirurgião plástico Alexander Nassif, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Nassif esclarece que o mais comum é que a reconstrução das mamas seja feita durante a cirurgia de retirada do tumor. “No mesmo procedimento é possível tratar o câncer e já realizar o remodelamento mamário. A associação dos dois procedimentos facilita a recuperação da paciente”, diz. Segundo ele, nos casos em que isso não é possível, ou não seja da vontade da paciente, é possível se recuperar do procedimento oncológico primeiro e só depois pensar na reconstrução.

Caso a caso

Segundo o especialista, o tipo de cirurgia plástica vai depender da quantidade de tecido mamário e gordura removidos por causa do tumor. “Nos casos em que foram preservadas quantidades de pele e gordura suficientes, é possível utilizar apenas uma prótese de silicone para a reconstrução. Em outras situações, é necessário utilizar parte do tecido abdominal ou tecido das costas, em conjunto com um implante de silicone”, esclarece.

Em outras situações, é preciso expandir a pele para a colocação do implante de silicone. “Quando há uma grande retirada de pele e gordura, é possível colocar um implante expansor, que vai sendo preenchido gradualmente e vai estimular o crescimento da pele. Quando a mama alcança o volume adequado, o expansor é retirado e dá lugar a uma prótese de silicone definitiva”, revela.

Nassif explica ainda que, nos casos em que a cirurgia de retirada do tumor é realizada em apenas um dos seios, também é possível operar a outra mama para que haja simetria e o resultado final seja ainda mais satisfatório.

Sobre Alexander Nassif

Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Alexander Nassif tornou-se especialista em Cirurgia Plástica titulado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e pela Associação Médica Brasileira (AMB). É diretor da Clínica Refine, especializada em Cirurgia Plástica Minimamente Invasiva, Endocrinologia e Fisioterapia Dermatofuncional. O médico também atua como professor convidado da UFMG na área de Cirurgia Plástica, Trauma e Urgências Cirúrgicas e ainda é membro internacional da American Society of Plastic Surgeons (ASPS).

Informações:

Hipertexto Comunicação Empresarial | 31. 3227-4566

Atendimento: Rodrigo de Oliveira

31. 3227-4566 | 99404-0123

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