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Recuperação econômica impulsiona mercado de trabalho, mas baixa qualificação profissional ainda persiste

por Redação | publicado em terça, 20 de março de 2018


Consultora destaca algumas das principais dicas de atitudes e comportamentos que devem ser adotados e colocados em prática pelo profissional, na atualidade

O desemprego no Brasil atingiu a taxa de 11,8% no quarto trimestre de 2017, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já em Minas Gerais o índice de desemprego alcançou a taxa de 10,6%.

Em um cenário econômico incerto e em recuperação, o mercado de trabalho conta com um grande número de pessoas a procura de uma recolocação profissional; trabalhadores dedicados a manter suas posições; e por fim, organizações compostas por gestores e recrutadores muito exigentes e específicos quanto aos perfis profissionais demandados por suas empresas.

Neste panorama se torna essencial que trabalhadores empregados ou desempregados saibam o que uma organização ou empresa querem dos mesmos. Para orientar estes profissionais quanto as habilidades e competências fundamentais para o desenvolvimento de suas carreiras, a diretora e consultora da empresa Leaders HR Consultants, Astrid Vieira, destaca algumas das principais dicas de atitudes e comportamentos que devem ser adotados e colocados em prática pelo profissional na atualidade.

Segundo a consultora, o profissional atual deve ser altamente proativo, aberto a mudanças e ter inteligência emocional. “Esse profissional precisa ter domínio sob novas tecnologias; comunicação fluente em pelo menos dois idiomas; dedicação no desenvolvimento de suas qualificações; capacidade de reconhecimento e resolução de problemas complexos; competência na gestão e coordenação de pessoas; aptidão na avaliação de dados e situações e a posterior tomada de decisão; e a flexibilidade e agilidade cognitiva”, pontua.

Astrid Vieira explica que o mercado de trabalho ainda sofre com o recuo econômico do país, mas as empresas estão à espera pela recuperação do crescimento para voltar a investir e contratar funcionários. “Com a necessidade de redução de custos, escolha de projetos prioritários e a reestruturação de departamentos por parte de empregadores nos últimos anos, houve por consequência, a diminuição do quadro de funcionários. No entanto, com o progresso da expectativa econômica para 2018, as empresas podem prospectar a continuidade de projetos e a expansão de suas atividades, e este panorama acaba por favorecer a criação de novas vagas”, esclarece.

A consultora afirma que uma importante causa do desemprego atual, presente em ampla parcela da população, é a necessidade de profissionais mais capacitados. “Existem empresas com vagas em aberto para diversos cargos, mas que não são ocupados por falta de qualificação. É preciso investir em capacitação acadêmica e na especialização, para que a empresa almejada veja em seus potenciais funcionários, um possível colaborador.

Por fim, dados recentes de recrutamento apontam, segundo Astrid Vieira, que neste ano haverá alta de contratações, principalmente, nas áreas de engenharia, finanças e contabilidade, jurídica, mercado financeiro, recursos humanos, seguros, tecnologia, vendas e marketing.


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