Belo Horizonte, 13/11/2019

23º Prêmio Top of Mind – Mercado Comum

por Redação | publicado em terça, 29 de maio de 2018



O 23º Prêmio Top of Mind – Mercado Comum premiou as marcas de mais sucessos de Minas Gerais foram premiadas ontem, durante solenidade. O evento, que tem assinatura do conceituado Carlos Alberto Teixeira de Oliveira (presidente e editor-geral da “Mercado Comum”), foi realizado no Espaço Institucional da ACMinas e premiou empresas de segmentos distintos. Empresas como Aymorés, Supermercados BH, Vilma, Itambé e Drogaria Araujo encabeçaram a lista de destaque da solenidade.

A importante homenagem veio num momento de profunda crise política, econômica e social. Fato curioso destacado por Carlos, durante o discurso, é que as marcas mais valiosas do Brasil são de dois bancos: Itaú e Bradesco. Um paradigma, já que, com crise ou sem crise, o banqueiro sempre ganha. Para Carlos Alberto Teixeira, “neste momento – em que nos encontramos cabisbaixos e apreensivos diante desta crise que ainda desconhecemos o seu desfecho e, por isso, estamos impossibilitados de enxergar o futuro que temos em mãos para ser construído – também deve partir um brado de fé e de esperança por medidas novas, ousadas, corajosas e criativas para a realização de efetivas mudanças rumo a um Brasil mais justo e próspero”.

O evento, que tem assinatura do conceituado Carlos Alberto Teixeira de Oliveira (presidente e editor-geral da “Mercado Comum”), foi realizado no Espaço Institucional da ACMinas e premiou empresas de segmentos distintos. Empresas como Aymorés, Supermercados BH, Vilma, Itambé e Drogaria Araujo encabeçaram a lista de destaque da solenidade. A importante homenagem veio num momento de profunda crise política, econômica e social. Fato curioso destacado por Carlos, durante o discurso, é que as marcas mais valiosas do Brasil são de dois bancos: Itaú e Bradesco. Um paradigma, já que, com crise ou sem crise, o banqueiro sempre ganha.

Para Carlos Alberto Teixeira, “neste momento – em que nos encontramos cabisbaixos e apreensivos diante desta crise que ainda desconhecemos o seu desfecho e, por isso, estamos impossibilitados de enxergar o futuro que temos em mãos para ser construído – também deve partir um brado de fé e de esperança por medidas novas, ousadas, corajosas e criativas para a realização de efetivas mudanças rumo a um Brasil mais justo e próspero”.


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