Belo Horizonte, 22/11/2019

Galeria de arte a céu aberto

por Redação | publicado em segunda, 23 de julho de 2018



Fotos: Amira Hissa


A Prefeitura de Belo Horizonte, em parceria com o Instituto Amado, realizou uma ação cultural inédita no último domingo (22), na Praça da Liberdade. Os tapumes que cercam a praça, interditada em função de obras de revitalização, serviram de telas para artistas do grafite e muralismo.

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, acompanhou a primeira dama Ana Laender durante a execução dos trabalhos e o processo de criação dos artistas que fizeram as intervenções na Praça. “Esse é mais um ato de gentileza! O Instituto Amado nos procurou e acionamos toda operação da Prefeitura que vai alegrar a cidade. Participaram a Sudecap, a Secretaria Municipal de Política Urbana, a Secretaria Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania e também do Movimento Gentileza. Isso é amor pela cidade, essa é uma equipe apaixonada” ressalta o prefeito.

Com o apoio do Movimento Gentileza, idealizado e coordenado por Ana Laender (voluntária social), a Prefeitura firmou parceria com o Instituto Amado, criado pela Galeria de Arte Quartoamado, com o objetivo de amadurecer e desenvolver projetos com viés sociais, artísticos e educativos. “Esse é um dia histórico, talvez a gente tenha aqui o maior museu a céu aberto sendo construído por 57 artistas, é um evento que coloca Belo Horizonte na rota do muralismo mundial. Com o apoio da Prefeitura de Belo Horizonte, acredito que conseguimos ser uma referência de arte urbana no mundo” afirma o presidente fundador do Instituto Amado, Gustavo Ziller.

Durante a ação, uma parte dos tapumes ficou livre para a população se expressar. Crianças e adultos tiveram a oportunidade de usar as tintas, contribuindo para esse momento especial da arte urbana na capital. O Instituto Amado realizou um chamamento público e selecionou 57 artistas que pintaram os painéis, simultaneamente. Cada artista selecionado recebeu da Prefeitura de Belo Horizonte um kit com materiais de pintura; uma ajuda de custo de R$ 300, do Instituto Amado, além de um kit alimentação fornecido por outros parceiros.

Os painéis ficarão expostos para população da capital mineira até a conclusão das obras da praça, prevista para setembro.

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