Belo Horizonte, 13/11/2019

Professoras de BH se unem para apoiar projeto de conscientização do feminicídio

por Redação | publicado em terça, 06 de agosto de 2019



Buscar a conscientização sobre relacionamentos abusivos, alertar para os casos de feminicídio e ajudar mulheres que estão enfrentando essa situação. Esse é o objetivo do “Projeto Marinas”, criado por Anny Máximo e Gabriella Máximo, após a morte da estudante Marina Máximo, assassinada pelo ex-namorado no final de 2018. A partir de então, Anny, mãe de Marina, e a filha Gabriella idealizaram o movimento em prol da conscientização, focado em acolher mulheres que sofrem em relacionamentos abusivos.

Em apoio ao projeto, professoras de Belo Horizonte se uniram para divulgá-lo. “Como educadoras, estamos em contato direto com os jovens e nos tornamos referência. Nos sentimos no dever de contribuir com essa conscientização desde cedo”, destaca Pollyana Fantini. Ela e Tatiana Carvalho, professoras da Salinha Bioquímica, onde Marina Máximo estudava, convidaram as colegas Tatiana Munayer, Mariana Assiria e Aline Medeiros para juntas abraçarem o projeto.

Sobre Pollyana e Tatty

PollyanaFantini é formada em Ciências Biológicas pela UFMG e dá aulas para pré-vestibulares desde 2005, além de lecionar para escolas de referência no Brasil. Tattyana Carvalho é graduada em Química pela UFMG e tem mais de 20 anos de experiência como professora. Ambas são professoras da Salinha Bioquímica, curso especializado em Biologia e Química para vestibulares de Medicina e Enem.


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